terça-feira, 15 de novembro de 2011

Desafio 50 dias!!

Dia 1: Uma foto sua com 15 fatos
Dia 2: Uma foto do seu momento preferido da história
Dia 3: Uma foto da sua cantora/cantor preferida
Dia 4: Uma foto que represente seu maior defeito
Dia 5: Uma foto da sua estação preferida
Dia 6: Uma foto que te dá saudades
Dia 7: Uma foto de um sonho
Dia 8: A foto de algo que você gostaria de estar fazendo agora
Dia 9: A foto de alguém que marcou a sua vida
Dia 10: Uma foto antiga da sua família
Dia 11: Uma foto de algo que lembre seu Ensino Fundamental
Dia 12: Uma foto que define sua faculdade, ou a que quer fazer
Dia 13: Um foto da sua profissão
Dia 14: A figura de um sonho de consumo
Dia 15: A foto de um irmão/irmã de alma
Dia 16: Uma foto de quem te ensinou muitos valores
Dia 17: A foto que represente um medo
Dia 18: Uma foto de um vício
Dia 19: Uma foto que defina sua maior qualidade
Dia 20: Uma foto que represente um arrependimento
Dia 21: A foto de uma das maiores loucuras que você já fez
Dia 22: A foto de quem você quer passar a vida inteira junto
Dia 23: Uma foto de alguma loucura de amor que você faria
Dia 24: A figura que represente algum presente que você gostaria de ganhar
Dia 25: Uma foto de quem te faça rir
Dia 26: Foto de um presente que você nunca gostaria de ganhar
Dia 27: A foto de um programa de TV ou Filme que você gostaria de participar
Dia 28: A foto de um livro que você ama
Dia 29: Uma figura que represente um hobby
Dia 30: Uma foto que fale muito sobre você
Dia 31: A foto da sua melhor idade
Dia 32: Uma foto que represente o ano atual
Dia 33: A foto de algo/alguém que fez valer seu ano passado
Dia 34: Uma foto que represente seu pedido para o atual ano
Dia 35: Alguma habilidade, representada em foto
Dia 36: A foto de algo que gostaria de aprender
Dia 37: Uma foto de algo que tenha dificuldade em fazer
Dia 38: Uma foto de um ídolo
Dia 39: Uma foto sua, que você tenha vergonha
Dia 40: Uma foto da alguma celebridade que você escolheria como futuro marido/esposa
Dia 41: A foto de um carro que gostaria de ter
Dia 42: Uma foto que represente sua música preferida
Dia 43: Alguma figura que represente algo que você nunca faria
Dia 44: Uma foto de sua comida preferida
Dia 45: Uma foto do seu jogo preferido
Dia 46: Alguma foto de onde você gostaria de morar
Dia 47: Uma foto de alguém com que você trocaria de vida, pra sempre
Dia 48: Uma foto que represente algo que gostaria de cortar na sua vida
Dia 49: A foto de algo que nunca poderia viver sem
Dia 50: Uma foto de alguém por quem você arriscaria sua vida

domingo, 30 de outubro de 2011

Pessoa perfeita


Sabe, eu não estou pedindo nenhum príncipe encantado. Não estou pedindo que ele seja lindo, rico, que apareça na minha porta com um cavalo branco e me leve para morar no castelo. Na verdade, eu nunca quis nada disso. Eu não estou pedindo que ele seja perfeito - só que me complete com a sua imperfeição.

Está tudo bem se ele apenas segurar minha mão, se me fizer rir de besteiras, se interromper minhas frases com um beijo. Está tudo bem se ele me fizer perder o fôlego, se rir das minhas crises de ciúmes e me impedir de ir embora depois de uma briga.

Eu realmente não estou pedindo muita coisa. Não estou pedindo que ele lute com dragões, que me tire de uma torre, que mude o mundo por mim. Não. A única coisa que eu peço é um pouquinho de amor - e talvez esse seja o maior pedido que alguém possa fazer. Mas sabe, seria realmente legal ter uma final feliz.

domingo, 2 de outubro de 2011

O Ex-Namorado diz...

Ele: Tô precisando do e-mail do seu namorado.
Ela: Pra que?
Ele: Quero ter uma conversinha com ele..
não dá pra falar pessoalmente é perigoso,posso fazer uma besteira.

 Caro “novo namorado”,

Eu sei, eu sei, você deve está surpreso e querendo ficar bravinho,
mas relaxa porque estou em missão de paz.
Eu fui um estúpido com ela, confesso! Mas isso não vem ao caso...

Eu quero que você seja um bom garoto e a faça feliz.
Com o tempo você vai conhecendo as manias dela,
mas não custa nada eu facilitar pra você. Ela é teimosa,
e se misturar com o orgulho, ela fica doente e ninguém desconfia.

Ela adora passear, andar por andar e tomar um sorvete.
Mande flores e sempre a surpreenda, os olhos dela brilham
com gestos pequenos e românticos. Fale coisas legais e românticas,
a ponto de deixá-la sem graça. Ela fica linda quando fica sem graça,
toda tímida e não sabe para onde olhar,
e quando você menos espera ela faz um bico lindo...
Abrace-a forte, passe segurança, demonstre que ela é única
e nada dessa balela de especial.
Mande sms sempre, cuide até quando estiver longe.

Se algo deixá-la triste não se afaste, nem se ela pedir,
proteja e mostre que ela não está sozinha.
Ela adora roupa curta, não se incomode muito com isso,
porque se ela está com você!
considere-se um cara de sorte, não é pra qualquer um.

No meio de uma conversa boba,
fale que a ama do nada e a beije logo em seguida.
E se caso ela fique emburrada de repente,pressione até ela contar
porque ela sempre vai insistir em dizer que “não é nada”,
depois a encha de carinho e a faça rir...
Ela não sabe cozinhar, mas ama pizza.
O sorriso dela é perfeito,com isso,não a faça parar de sorrir,
Faça ela feliz e cuide bem, Faça da sua felicidade a dela,
porque ela vai fazer o mesmo por você!

E não esquece que você é um cara de sorte,
mas pode ser um cara morto se machucar ela!


PS: Nunca diga a ela o teor deste email!


Assinado: O ex namorado da garota mais perfeita do mundo .
 
 

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Uma tarde de quarta


Seu olhar encontrou o meu por breves segundos e fez que ia me prender ali para sempre - e aquele sorriso meio torto que eu tanto amava formou-se em seus lábios só para mim. Mas então o momento passou e ela também passou, entrando na sala sem pudores, tirando os sapatos, sentando-se no sofá e puxando os pés para o assento. Eu amava aquela sua segurança, aquela certeza que aparentava em cada passo. Tão oposta a mim, tão perfeita para mim.

Acendeu um cigarro, fingindo não ver o meu olhar de reprovação, e tragou por longos instantes. Minha repulsa se desfez no momento em que ela, soltando a fumaça por entre os lábios rosados, fez sinal para que eu me aproximasse. Fiz como ela pediu, sentindo-me uma criancinha pega no meio de uma traquinagem. E, afinal, que outras palavras poderiam me definir? Aquelas semanas de silêncio não poderiam ser descritas como nada além de uma traquinagem, uma bobagem de criança que ainda acredita que fugir vai fazer os problemas desaparecerem. Desejei ter crescido como nunca antes havia desejado.

Ela enlaçou minha cintura com seus braços finos, puxou-me para que caísse sentada ao seu lado e seus olhos brilharam daquele jeito que costumavam brilhar o tempo inteiro. Ri de leve, mas logo o medo congelou minha expressão em um sorriso frio, incerto. Não sabia se podia sorrir. Tentei falar, mas as palavras se perderam no meio do caminho entre meu cérebro e meus lábios. Também não sabia se podia falar. Observei-a me observar. Decidi que ela, por haver batido em minha porta em plena tarde de quarta-feira, deveria falar. E ela falou.

- Não posso mais com isso. Essa sua ausência. Não sou dessas pessoas de palavras... Dessas pessoas tipo você, que conseguem dizer as coisas e pronto, resolvido. Mas estou aqui e estou tentando porque não posso mais com essa saudade que me dá de você, de mim e de nós. Nunca gostei dessa parte de você que foge de mim, se esconde de meus olhares e resiste a minhas carícias, mas é ainda pior quando tudo em você desiste de mim. É ainda pior ver você por inteiro se perdendo sem mim... Não sei mais me perder sem você e sempre foi perdida nas nossas confusões de mãos, gostos e cheiros que me senti mais feliz. O que estou tentando dizer é só que vim sem avisar porque se avisasse não teria coragem de vir... Você sabe bem como sou. Vim assim de supetão porque precisava vir para me desculpar. Desculpa ter esquecido que nem todo mundo é assim que nem eu: imediatista, impaciente, impulsivo. Desculpa ter esquecido que o que você esconde aí tem motivo pra estar escondido. Se você ainda me quiser por aqui, me avisa que eu volto... Volto correndo que essa falta de você me tira o sono, a fome e o riso. Volto e prometo te deixar decidir quando se mostrar... Prometo esperar sem pressa, esperar pra sempre se for preciso, mostrando de mim o tudo que sempre mostrei.

E ela se calou assim de repente, tão de repente quanto havia começado a falar, quanto havia aparecido ali, quanto sempre fazia as coisas. Ela era assim: De repente. Tinha me aparecido de repente, me amado de repente, sempre me beijava de repente e dizia as coisas de repente. E eu amava o modo como cada segundo ao lado dela era uma surpresa. Ela esperava uma resposta, eu sabia, mesmo que fingisse não esperar - mesmo que fitasse a televisão desligada com atenção e tragasse o cigarro com a sua clássica despreocupação.

Ergui a mão; ela me olhou. Puxei o cigarro dos seus lábios e o apaguei no cinzeiro que não havia criado coragem para tirar da mesinha de centro. Quis dizer tanto que terminei não dizendo nada e ela só me observou enquanto eu a observava. Afastei alguns fios de cabelo que caíam sobre seu olho, percorri suas feições com a ponta do indicador, sorri. Ela tomou meu queixo entre seus dedos, inclinou-se sobre todas as longas horas perdidas ao lado do telefone que não tocava e me beijou - daquele jeito que só ela sabia beijar.

Ela tinha gosto de café. Estava tudo em seu lugar.

Carta de saudades

Menina,

Hoje acordei com a garganta e os olhos secos de tanto murmurar seu nome entre lágrimas noite passada. Acordei tremendo de frio e procurando seu abraço no quarto vazio - meu coração também ficou meio vazio quando não o encontrei. Mas tudo bem... Tudo bem, meu amor. A gente já sabia que ia ser assim, não é mesmo? A gente já sabia que a ausência ia machucar e os ponteiros do relógio iam se demorar em cada segundo, querendo eternizar a saudade. Está tudo bem.

Ah, meu bem, hoje o sol demorou a querer se deitar... E eu, que estava me saindo tão bem nessa de me manter ocupada para evitar pensar em você em todos os minutos do meu dia, terminei ali - perdida em meu próprio mundo, sem saber que outra desculpa usar para te manter longe dos meus pensamentos. Quis esperar que a noite me servisse de cobertor antes de deixar meu choro escapar, mas quando menos esperava me peguei soluçando baixinho em plena luz do sol, querendo seu colo e o cheiro da gola da sua camisa. Mas está tudo bem... A gente já sabia que todas as músicas que tocassem no rádio do carro iam trazer lágrimas aos olhos e machucar o coração, certo? Está tudo bem.

Mas, ah, minha menina, meu amor, minha flor... Hoje eu quis você da manhã à noite e em cada esquina pelo meio do caminho. Hoje eu quis o som da sua voz mais que qualquer outra coisa... Seu riso doce, o castanho-dourado dos seus olhos, seu gosto na minha boca e aquela curvinha que seu queixo faz. Então vem cá... Apaga essa distância toda entre a gente, só por hoje, e corre pro meu abraço. Esquece as leis da física, ignora a ordem do universo, vem pra perto de mim. Eu te empresto uma das minhas camisas largas demais pra você, minha pequena, a gente estende um cobertor no meio da rua e se protege do frio nos braços uma da outra, a gente se cobre com sonhos e conta estrelas até a madrugada acabar. Estou te esperando aqui, na porta do quarto... Deixa de ser estrela e vem ser borboleta que eu cansei de te ver brilhar do outro lado do mundo, agora quero é você pousada em meu ombro. Pra sempre.

Com amor,
Sua garota.
"When the evening shadows
And the stars appear
And there's no one there
To dry your tears
I could hold you
For a million years
To make you feel my love..."

(Make you feel my love - Adele)

domingo, 4 de setembro de 2011

Querido você


Querido você,
       
                Escuta, deixei as coisas arrumadas quando saí daí e estendi sua cama, infelizmente a minha última visita deixou meu cheiro no seu travesseiro e coloquei a fronha para lavar, sei o quanto isto é o que você menos quer sentir nesse momento e respeito essa sua decisão. Por menor que seja a possibilidade de você acreditar no que vou falar, eu desejo que o próximo perfume que você sinta seja bem melhor que o meu e que ele pertença a alguém que te mereça bem mais do que eu mereci. Que essa pessoa saiba que você fica estressado quando o seu time perde e que portanto é sempre bom ficar vigiando o placar pra saber como vai estar sua paciência quando ele acabar, que ela entenda que o seu jogo é sagrado, você não vai trocá-lo por ela, mas provavelmente vai sempre dizer alguma coisa no MSN de tempos em tempos. Você não tem paciência pra ciúmes e nem vai tentar ser mais carinhoso do que consegue ser, você não é a pessoa mais tolerante do mundo e nem vai gostar de ficar horas e horas abraçado com alguém, mas vai aceitar se quiser ver essa pessoa feliz. Que ela entenda que quando você estiver fazendo manhã e se magoando por qualquer coisa, é só carência e que se você tiver dado a ela pouca atenção, provavelmente vai querer que ela te ligue antes de dormir para conversarem um pouco. Que fique bem claro a ela que ninguém tem direito de usar o seu travesseiro a não ser que você tenha deixado e que perfumes muito fortes te dão dor de cabeça. Que ela nunca se esqueça que você gosta de prestar atenção nas cenas de ação dos filmes, que é carinhoso com a sua mãe e adora seus cachorros, que ainda assiste desenhos animados e que isso não diminui em nada o quão maduro você é. Que ela consiga ter a barriga da Megan Fox, que ela tenha bons assuntos, seja parecido com você e que ela te ame apesar dos defeitos, que ela reconheça suas mãos e saiba de todas as coisas que você gosta, que ela entenda seu silêncio e seu jeito de falar pouco sobre sua vida, mas que acima de tudo, ela consiga te fazer tão feliz quanto eu nunca consegui fazer. Eu te amo e vai demorar um pouco pra isso acabar, mas um dia eu consigo, te prometo que consigo.

sábado, 3 de setembro de 2011

Você aceita essa menina como seu legítimo amor?

"Você aceita essa menina como seu legítimo amor, prometendo irritá-la sem deixar de ser seu ombro, nos domingos ensolarados e nas segundas-feiras chuvosas, de perto ou de longe, felizes-para-sempre-enquanto-durar?"

Ei, meu anjo... Antes que você responda, tem uma coisa que quero lhe confessar: Voltei a sonhar. Eu sei, eu sei... Isso é errado, certo? Mas não consigo evitar. É só fechar os olhos e pronto! Lá estão eles... Os sonhos. Os planos bobos. Se arrastam por debaixo das minhas pálpebras antes que eu possa detê-los e, quando dou por mim, já estou vendo lanternas japonesas flutuando em direção a um céu estrelado. E vejo dois pares de All Star jogados pelo chão do quarto, meio escondidos pela penumbra, meio enfiados debaixo da cama. E ouço o barulho da chuva colidindo contra a vidraça misturar-se a uma música baixinha - aquele tipo de música boba que toca no menu dos DVD's de comédia romântica. Se prestar muita atenção, quase posso ouvir o barulho de pratos, canecas e panelas e nossas risadas se juntando no ar. Quase posso sentir o cheiro de chocolate quente vindo da cozinha e disputando a minha atenção com o seu cheiro, presente em cada dobra das paredes e dos lençóis. E quase posso ver seus desenhos espalhados pela mesinha de cabeceira, onde eu os deixei na noite anterior, depois de afirmar pela centésima vez que são lindos e evitar uma briga inútil te atacando com cócegas até te fazer rolar pela cama e me beijar. Sorrio. Então abro os olhos e os sonhos estendem suas asas-coloridas-de-borboleta e voam pela janela aberta até se perderem no azul, cinza ou multicor do céu. Eu voltei a sonhar, minha menina... Primeiro você me fez voltar a acreditar. E agora estou até sonhando! Eu sei, eu sei... É terrível, não é? Certo, certo, prometo que vou parar de rir... Sei que não tem nada de engraçado nisso. É só que eu te amo tanto que até meu futuro te quer por perto. Tudo bem, tudo bem, não estou rindo! Ah, minha menina... Sou tão sua.

"Aceito"

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Sobre o futuro

Daqui a cinco meses, vamos estar juntas de novo. Vou te puxar para perto de mim pela cintura e beijar a sua testa, vou entrelaçar meus dedos aos seus e confessar que senti sua falta todos os dias, vou te puxar para o meu colo e prometer que nunca mais vou te deixar - mesmo que nunca tenha, de fato, te deixado, já que meu coração ficou naquele anel que repousa em sua mão esquerda.

Daqui a cinco anos, vamos gritar para quem quiser ouvir que somos uma só alma dividida entre dois corpos. Vou estar parada ao lado do altar, com um cravo cor-de-rosa na lapela, e você vai atravessar o corredor da igreja com a leveza de quem pisa em sonhos, carregando um buquê de flores lilás. Vamos sorrir uma para a outra com lágrimas nos olhos , vamos ficar de mãos dadas a cerimônia inteira, vou te fazer chorar com meus votos e te beijar de um jeito que te faça rir. E vamos nos lembrar desse dia pelo resto das nossas vidas como o dia mais lindo...

Daqui a cinco décadas, seremos aquele tipo de casal que as pessoas olham, sorriem e dizem "Quero um amor assim, sabe?". Vamos ter conhecido uma infinidade de países, mas ainda teremos uma lista interminável para visitar. Vamos comprar sorvete para nossos netos e passear pelo campo nos domingos de sol, vamos sentar ao redor do fogo com canecas de chocolate quente e várias histórias sobre nossa juventude, nossas aventuras e nosso amor quando estiver frio. Vamos celebrar mensalmente o dia em que tudo começou e ainda vou te surpreender com flores e chocolates - e você ainda vai me olhar feio e me lembrar o quanto sou insuportável. Vou ter tantos problemas com a memória que você - que nunca foi boa com datas - vai ter que me lembrar de todos os aniversários, mas nunca vou esquecer quem você é e o quanto eu te amo. E vou ler para você quando sua visão estiver debilitada demais para isso, mas você sempre enxergará o suficiente para me dizer que sou um lindo rapaz - seu lindo rapaz. Vamos rir juntas o tempo inteiro, vou escrever, você vai desenhar e sempre vamos olhar ao mesmo tempo quando um de nossos gêmeos gritar: "Mãe!". E vamos rir mais ainda.

E eu sempre vou ter orgulho de beijar sua bochecha, segurar sua mão e dizer: "Ela é a mulher da minha vida". Vou te amar até o último dia da minha vida - e nem distância, nem tempo, nem ciúme, nem insegurança, nada nunca vai mudar o que eu sinto por você. Você sempre vai ser a minha menina.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Your smile


 Eu queria o seu sorriso, como uma droga.O modo como seus olhos se estreitam em fendas castanhas absolutamente adoráveis quando você sorri. As covinhas que se formam em seu rosto e a maneira que você parece uma criança, no alto de sua quase maioridade, e seus lábios parecem ficar ainda mais cor de rosa. Esse sentimento bobo que só você causa em mim. Eu queria o seu jeito meio cafageste, que eu nunca te disse que adoro, e os seus planos bobos. Eu queria você, contra qualquer lógica, quebrando todos os princípios. Eu queria o nosso mundo, com as nossas besteiras e o nosso "nós" que faz tanto sentido agora, apesar de não fazer sentido nenhum.

domingo, 28 de agosto de 2011

Para minha menina não esquecer

É só disso que eu preciso: Meu mindinho enroscado no seu enquanto a gente conversa besteiras, ri de bobagens, confessa coisa séria e ri mesmo assim. Você entre os meus braços, a maneira como a gola da sua camisa fica com aquele cheiro exato que só você tem na esquina do pescoço com o ombro... Seu pescoço, que ri abertamente pra mim toda vez que te puxo pra mais perto, me provocando. Você me chamando de trapaceira porque interrompi sua raiva com um beijo, você tentando não sorrir quando te pirraço, você boba e desastrada, me contando que quase esqueceu o nosso aniversário de namoro. E eu confessando que já sabia, porque conheço esse seu jeito. E a maneira como afundo em seus braços, em seu cheiro, em sua respiração, na batida do seu coração - a maneira como deixo de me importar com  qualquer coisa que não seja a gente ali, a gente agora, a gente por quanto tempo for, mas sempre daquele jeito. É só disso que eu preciso: A gente daquele jeito. Perto demais, sua mão na minha cintura, minha mão na sua cintura, nossos olhos brincando de jogo do sério. Sua carícia suave em minhas costas, meus lábios colados em seu pescoço. O gosto de quero-mais que só seu beijo deixa em minha boca. Minha alma mergulhada de cabeça nisso e eu tentando disfarçar.

Já percebeu que de vez em quando ainda sorrio quando a gente se beija? É que a gente é tão perfeitamente desajeitada e minha alegria é tanta que às vezes não cabe em mim. E é só disso que eu preciso: Mais meio minuto de você dizendo o quanto me detesta só pra eu te puxar pra mais perto e te desafiar a repetir. E depois te interromper com um beijo, porque sei que você ama desafios e eu amo você.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Dos meus contos sem sentido


Ele suspirou. Eram quase sete da noite e a faculdade tinha sido puxada. Sentia-se extremamente cansado e o ônibus parecia nunca chegar. Queria gritar só de pensar na quantidade de coisas que teria de estudar quando chegasse em casa.

Para piorar tudo, começou a chover. O ponto estava tão cheio que preferiu molhar-se a ter que competir pelo minúsculo espaço coberto. Passou a mão pelo cabelo encharcado e trocou o peso de um pé para o outro uma ou duas vezes. Fechou os olhos por um segundo e finalmente avistou o ônibus no começo da rua quando os abriu.

Fez sinal para o motorista. O homem ignorou-o e passou direto, parando alguns metros adiante. Praguejou baixinho enquanto alcançava o veículo. Olhou ao redor e viu uma garota do outro lado da rua.

Ela deveria ter no máximo um ano a menos que ele, e seu desespero para voltar para casa era quase palpável. Não parece se importar com a chuva, no entanto - chegou rindo e espanando a água dos cabelos escuros para todos os lados.

- Não vai passar? - perguntou com aquela voz de quem está quase sempre feliz.

Ele ficou sem graça - só agora percebia que estivera parado encarando-a. Deu-lhe um sorriso de desculpas evitando seus olhos, e se apressou para sentar. Segundos depois ela estava ao seu lado.

Trazia o mesmo sorriso despreocupado de antes. Estava ainda mais encharcada que ele e sua blusa clara estava semi-transparente. Ela a cobriu com um casaco cor de laranja tão molhado quanto o resto de suas roupas e puxou um assunto qualquer sem aparentar nenhum constrangimento.

Perderam-se nas palavras um do outro. Estudavam na mesma faculdade, mas nunca tinham se visto antes. Ele cursava física, ela psicologia. Ambos amavam Beatles e detestavam blues. Ela idolatrava Bob Marley, ele odiava. Moravam na mesma rua.

Desceram do ônibus rindo de qualquer coisa. A chuva parara.

Ela reclamou, ele achou ótimo. Ela fechou a cara e fez birra. Ele riu.

Levou-a até a porta de casa. Marcaram de se ver outra vez no dia seguinte, e a partir daí nunca mais pararam.

Alguns chamam isso de destino. Outros de acaso. Eu, particularmente, prefiro chamar de amor.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

E porque quando eu te olho vc ri?

- É que você tem esse jeito de me olhar, sabe? Não sei explicar direito... É só um olhar diferente de todos os outros, um olhar que faz o chão sacudir sob meus pés por um segundo e a minha garganta fechar completamente. E aí eu entro naquele estado de confusão em que eu sei exatamente o que quero dizer, mas não consigo colocar sequer duas palavras juntas e termino em silêncio, só te olhando, sentindo meu coração bater forte demais em meu peito e me perguntando se você consegue escutá-lo. É intenso, entende? Como se você pudesse enxergar a minha alma fácil assim - e como se gostasse do que vê mesmo quando nem eu tenho certeza  de que gosto. E isso me derruba e me reconstrói - melhor, mais feliz, mais inteira, mais coragem, mais certeza, mais boba. E eu tenho vontade de te puxar pra mais perto e te beijar algumas dezenas de centenas de vezes. E tenho vontade de parar o mundo e te levar comigo pra qualquer outro lugar, e tenho vontade de realizar todos os seus sonhos. E penso em um sem-fim de versos que sei que não vou conseguir juntar com uma melodia depois porque só encaixam com o ritmo da sua respiração. E tudo isso - essa maneira como você me deixa cor-de-rosa sem querer - me faz ter vontade de rir... Só por rir. Só porque eu te amo. E aí eu rio. Só porque adoro esse jeito que você tem de me olhar.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Tentem lê

Faz de conta que eu sou um livro, mas pela capa não me julgues. De antemão eu te aviso que a história não é das boas, que te provocam uma overdose de risos ou lágrimas, mas foi feita com capricho e muita criatividade, por isso se tiver vontade me leia, se não, nem comece.
Uma página por dia e assim eu te acompanharei por onde for, me carrega contigo, nas horas vagas, e também nas outras, deixa que eu te faça companhia, tenta apagar umas linhas indesejáveis, não há garantia de que consigas tal feito, mas tentar é isso mesmo, incerteza. Nota o romance, ou melhor, a ausência dele, e também a presença de algumas linhas em branco, preenchidas pelo vazio, fica a vontade para preenchê-las com algo a mais. Se vai caber eu não sei, tentar, nesse caso vai custar, pode deixar algumas marcas de borracha, nem sempre conseguimos apagar o que foi escrito, talvez por defeito da borracha, talvez por força das palavras.
Torna com que a leitura não seja cansativa, mas não a mude por completo, lembra-te que eu não sou um livro em branco. Umas páginas de mim vão te fazer ter raiva e tu vais querer me deixar de lado, como se eu fosse um brinquedo que já te cansou, vais até cogitar a possibilidade de abandonar a leitura. Noutras eu te deixarei com vontade de mim, de mais uma página, e outra e outra, tu vais terminar um capítulo e nem se dar conta disto, vai ter vontade de sentar comigo num canto e ali ficar, sem hora marcada pra sair. O final eu deixo por tua conta, mas se não fores capaz de fazer um quero que saibas que não fui escrita para ficar guardada, coberta de poeira por entre os cantos de uma estante qualquer. Dizem que um livro tem de ser bem cuidado pra que outros o desfrutem. E vê, finalmente, "que eu não sou difícil de ler".

domingo, 31 de julho de 2011

Obrigada senhor!

Senhor,
quero te agradecer por mais um semestre que se inicia, e junto com o
meu agradecimento, um pedido especial...Que o Senhor venha iluminar a
cada dia mais a nossa mente, nos dando capacidade de enfrentar os
desafios com maestria, nos ensinando a entender ao outro nos momentos
difíceis, abrindo a nossa mente para que a sabedoria possa entrar, e que
tenhamos sucesso nas provas, seminários e qualquer outra atividade que
nos for proposta. Ilumine a nossa mente e o nosso caminho. esteja também
com os nossos mestres, dando a eles paciência para enfrentar as nossas
fragilidades, Obrigado por cada colega,por cada professor. juntos somos
mais fortes e sabemos que se assim continuarmos, juntos venceremos.
Cuide de nossas vidas como sempre tens cuidado. Amém.

terça-feira, 26 de julho de 2011


Ela tinha sido punk. Ele tinha um sobrenome estranho. Ela tinha a habilidade extrema de embriagar-se com café. Ele tinha três cofres de porquinho cheios de moedas de cinquenta centavos. Ela gostava da porta sanfonada do banheiro dela.  Ele já tinho escrito três livros que foram publicados em sua gaveta. Ela adicionou ele sem querer. Ele quase bloqueou ela. Ela não pisava nas linhas pretas da calçada de Ipanema. Ele ia pro trabalho de bicicleta. Ela amava sexo matinal. Ele odiava usar sapato. Ela sempre pintava a unha do dedão de cor diferente das outras. Ele gostava de comer cebola assada. Ela não chorava com filmes. Ele praticava windsurf. Ela vivia numa ponta do Brasil. Ele vivia na outra. Ela comprara cortinas azuis para seu quarto branco. Ele perdeu três vezes sua carteira de identidade. Ela odiava ficção científica. Ele gastava crédito demais mandando mensagens. Ela fazia faculdade de Zootecnia. Ele gostava de mulheres mais velhas. Ela era libra, ele era peixes. Ela tinha uma passagem de ônibus pra Santa Catarina. Ele tinha uma casa e um coração que esperavam ela.

'Ele' e 'ela' podia demorar a se tornar 'eles'... Mas com certeza o 'eu' e o 'você' já tinha virado 'nós' há muito tempo.

sábado, 2 de julho de 2011

Você está bem ...

- Mas eu não estou bem. Bateu a meia-noite e o meu conto de fadas acabou... E eu tinha esquecido que é assim que as coisas são - que toda carruagem vira abóbora e todo vestido de baile termina em trapos. Eu terminei em trapos. Nós terminamos em trapos - e ficou só um "eu" vazio e um "você" que não se importa. Sobrou também um punhado de palavras - as que a gente disse e enfeitaram meus sorrisos, as que você disse e me fizeram passar a noite em claro ontem, tentando descobrir como pude ser tão boba. Sobraram as mentiras - "eu te amo"... Sobraram as músicas, as tardes, os postais e as flores lilás. Sobrou aquele pouco de tempo que a gente ainda tinha pra brincar de ser feliz. Hoje o dia estava bonito... E estou orgulhosa de mim mesma por ter conseguido passar por ele com um sorriso no rosto, por não ter chorado ao entrar naquela loja e ao ouvir seu nome. Estou orgulhosa por ter conseguido esconder a tristeza até estar sozinha com ela e por ter aprendido algo com isso tudo: Amor? Se ele existe, que venha me provar. Não acredito mais nele e acho que isso nos deixa quites - ele nunca acreditou em mim também. Vai melhorar, eu sei... Essas lágrimas vão secar e se transformar em mais uma cicatriz... Mas hoje não. Hoje não está tudo bem. Hoje estou atirando pedras no maldito relógio que pôs um ponto no meu conto de fadas...



"Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim
Não basta o compromisso
Vale mais o coração
Ninguém sabia e ninguém viu
Que eu estava ao teu lado então"

(1º de Julho - Legião Urbana)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Parte III - Amores


E veio a luta. A luta diária. No endless fight. Houve brigas. E muitas. Faltou dinheiro. Faltou tempo para um sentir o outro. Se o começo foi fácil? Não. Aliás, foi a pior parte. Ela teve que se acostumar a lavar louça, lavar roupa, limpar casa - isso tudo depois de passar o dia em uma loja, e de noite ir para a escola. Ela reclamou. Ele apenas deu de ombros, falando que não podia fazer nada para mudar isso, mas que ia tentar. A partir de um momento, as coisas se ajustaram. Ela se acostumou, ele também. Eles passaram a almoçar juntos no restaurante do escritório que ele trabalhava. No fim do expediente, ele passava no trabalho dela, e a acompanhava até em casa, e ia buscá-la depois da aula. Ficou nessa rotina até o fim do ano. Ela passou no vestibular, conseguiu entrar na faculdade pública. Ele também. Os dois amadureceram. Ela amadureceu mais ainda, os dezoito anos eram só idade física, a idade psicológica era de vinte e seis, assim como ele. A situação financeira foi melhorando. Passaram a apreciar outras coisas. Era comum ver os dois sentados em uma lanchonete qualquer, tomando café e lendo livros. Tão absortos em suas solidões conjuntas. Frequentemente ficavam sentados no sofá, conversando tudo sem dizer absolutamente nada. E tudo caminhava perfeitamente. Eles brigavam. Eles ficavam sem se falar, às vezes. De vez em quando, o orçamento apertava. Mas eles lutaram juntos. E superaram barreiras, dia após dia. Juntos.

Ao som do cd Lullaby Renditions of Metallica.

terça-feira, 28 de junho de 2011

saudades




Eu não consigo entender ao certo se você ainda me quer ou não, acho que a gente devia deixar claro. Avisar em algum lugar: eu não quero mais não viu, pode me esquecer. Ou então: Eu ainda te quero, preciso te encontrar de novo algum dia, não me esqueça. Mas nós nunca fomos de deixar tudo assim em pratos limpos, sempre foi tudo muito subjetivo, coisa que só o coração da gente entendia e o cérebro ficava atordoado.
Se for pra esquecer, pode deixar, eu vou esquecer. Um dia talvez eu mal me lembre vagamente de tudo, e também posso deixar de lembrar de você, esquecer de todos esses sentimentos que eu tenho mantido por tanto tempo, se for isso que você tanto quer. Esses sentimentos não quiseram ir embora ainda, mas um dia eles irão. Um dia eu estarei sorrindo ao lembrar de você, sem saudades, sem nenhum incômodo profundo, sem nenhuma esperança, apenas sorrisos por saber que lembranças boas de você ficaram na minha memória, mesmo se você não se importar mais sobre elas. É, eu também gostaria de não me importar.
E se você ainda quiser me encontrar outra vez, tudo bem. Porque eu ainda quero tanto, embora lute para fingir que não, embora não tenha certeza de que isso é o certo a fazer, embora tenha medo de que nós tenhamos nos transformado em pessoas muito diferentes.
Com você eu aprendi algumas coisas, como por exemplo, a não falar do amor de forma tão banal, já que o amor é raro, o amor é a exceção do mundo. E é por ele ser tão raro que eu nunca pude ter certeza se nós fomos ou não amor, se aquilo que eu sentia e ainda sinto poderia ser o verbo amar. Mas sabe, eu nunca soube nada sobre o amor e insistia em falar dele. Hoje eu já não falo, nós nunca falamos sobre ele, e assim deve ser melhor pro coração.

sábado, 25 de junho de 2011

Sabado a noite

Hoje eu não quero novidade... Hoje eu quero seu abraço, seu cheiro, sua boca, seu cabelo, suas mãos, seu riso e a maneira como o meu coração bate errado quando você está perto demais. Hoje quero aquele arrepio engraçado que me dá na boca do estômago e no céu da boca - sim, no céu da boca! - toda vez que você me olha de esguelha. Hoje eu quero as surpresas, as bobagens, as cócegas, o silêncio confortável, deitar no chão, perder a hora e não saber o que dizer, mas dizer mesmo assim. Hoje eu quero decifrar você, ter você, amar você. Hoje eu quero você e só - você por inteiro, você com qualquer humor, você no meu colo, você no meu mundo. Hoje eu quero você comigo e eu com você - clichê e boba e rindo a toa, como só você me faz. Hoje não me interessa todo o resto... Só você.


sexta-feira, 24 de junho de 2011

Preciso


     É que eu estava precisando de sol, bem fraco contra as maçãs do meu rosto e de algum calor que me subisse o corpo inteiro e esquentasse o que eu tinha deixado esfriar, estava precisando de alguém atrás de mim gritando meu nome e me incentivando a ir lá, a correr mais rápido, a passar na frente dos outros e de alguém no final do caminho de braços abertos, sorrindo e dizendo que sempre soube que eu ia conseguir.
      Estava precisando de algo mais do que músicas melancólicas dizendo sempre a mesma coisa e tocando sempre o mesmo tom, precisava ouvir outro som, necessitava do timbre de outra voz – de preferência rouca e sonolenta- mesmo que “outra” significasse “a de sempre”, mesmo que me julgassem por querê-la, mesmo que as pessoas não entendessem que aquele ponto final quando olhado de perto era só uma vírgula.
      Por tempo de mais eu tinha ficado quieta e fechada, por de trás de um caderno velho de páginas amareladas, com olhos fixos em teorias cansativas, textos repetidos, fórmulas químicas e números que pouco significavam pra mim. Nada daquilo me ajudava, apenas preenchia o tempo em que a mente podia estar vagando pelo espaço e procurando lembranças tolas que eu acreditei que nunca mais ia viver, apenas se acumulava na pilha de conhecimentos adquiridos através dos anos.
      Porque eu simplesmente precisava do mesmo cheiro, do mesmo toque, da mesma pessoa, de ouvidos surdos para os ruídos, para os cochichos e os “olha, não vai lá de novo, vai ser ruim, vai acabar”, as pessoas só sabem dar os mesmos conselhos, só sabem repreender do mesmo jeito, mas é que eu precisava viver por mim com quem eu queria para mim, mesmo que todo mundo dissesse que não, eu precisava por mim.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

verdade?

Ele sorriu para ela, estendendo-lhe uma flor que acabara de roubar de um jardim próximo. Ela sorriu de volta, aceitando a flor e abrindo espaço para que ele sentasse ao seu lado no pequeno batente. Ficaram em silêncio por um momento, observando o movimento contínuo das pessoas ao seu redor - nenhum dos dois parecia se importar muito.

"Você matou a florzinha", a garota observou, olhando para o garoto de esguelha e tentando fingir uma expressão brava. Falhou - o sorriso insistia em lhe tomar os lábios.

"E plantei um sorriso em seu rosto", ele argumentou, dando de ombros. "Acho que posso ser perdoado por isso".

Ela riu baixinho, sacudindo a cabeça como se pensasse que ele não tinha conserto. Ele sabia disso... Mas também sabia que ela gostava. Então, simplesmente não se importava de ser daquele jeito. Ele aproximou-se devagar e repousou a sua mão sobre a da garota, sem demonstrar qualquer sinal do nervosismo que realmente sentia. Ela não fez menção de se afastar. Ele sabia que se estava esperando pelo momento perfeito, era aquele.

"Sou um fracote", admitiu, tentando não se deixar distrair pelas muitas cores que o cabelo da garota parecia adquirir sob o sol. Ela ergueu o olhar para fazer contato visual - ele esforçou-se para não fugir. "E um romântico incurável. E absolutamente geek. E um garoto idiota. E completamente apaixonado por você", ele fez uma pausa, dando à garota a chance de absorver a última frase. "Mas, apesar de tudo isso, eu realmente adoraria que você aceitasse sair comigo no sábado".

Ela ficou em silêncio por um momento, apenas correndo o olhar pelo rosto do garoto, como se esperasse que ele fosse, a qualquer momento, rir e dizer que não passava de uma piada. Ele teria feito isso antes, simplesmente por ser mais fácil que esperar pela resposta... Mas havia mudado. Pelo menos o suficiente para lutar pelo que valia a pena lutar. E ela? Ela valia qualquer esforço. Por fim, um sorrisinho substitui a expressão de choque da garota e ela aproximou a flor do rosto para inspirar o seu perfume.

"Qual é o nome dela?", perguntou, indicando a pequena mancha de cor em suas mãos. Ele sorriu.

"Me dá um beijo que eu digo", respondeu. Eles riram. E, mesmo sabendo que aquele era de fato o nome da flor, ela inclinou-se em sua direção e tocou os lábios do garoto com os seus. E ele soube que era "sim".


segunda-feira, 20 de junho de 2011

garotinho distraído

- E no que você tanto pensa, garotinho distraído?

- Nela...

- O que tem ela?

- Nada... É só que eu percebi que não quero ninguém além dela.

- Ninguém?

- Ninguém. Não quero o sorriso de mais ninguém colado no meu. Não quero o cheiro de mais ninguém na minha camisa. Não quero mais ninguém me dizendo que sou meio maluco por querer ser médico. Não quero pensar em fugir dessa cidade com mais ninguém... É dela que eu gosto... De cada detalhezinho dela.

- É?

- É. Gosto do jeito como ela passa os braços pelo meu pescoço quando ponho as mãos na cintura dela. Gosto do jeito como ela me pirraça e depois me puxa e me beija. Gosto do jeito como ela fica nervosa perto dos meus pais. Gosto de quando ela diz que sempre detestou médicos e eu respondo que também nunca gostei de advogadas, adoro pensar ninguém consegue explicar porque a gente se ama...

- Então... Você gosta mesmo dela.

- Gosto. Amo. E eu sei que você acha isso errado, mas não tem nada que eu possa fazer... A gente não escolhe de quem gosta e, por alguma razão, meu coração decidiu que é por ela que quer bater todos os dias.

- Não acho errado.

- Não?

- Não. Qualquer um que veja o modo como você olha para ela e diga que isso é errado não passa de um idiota que não sabe nada de amor. Pode continuar a pensar nela, garotinho distraído... Pode continuar a pensar nela que o mundo gira mais devagar quando a gente pensa em quem a gente ama.


domingo, 19 de junho de 2011

Parte II Amores


Ele acorda. Não sente o corpo que estivera ali outrora. Preocupa-se imediatamente. Procura pela casa. Nada. Pega o telefone, liga pra ela. Ela não atende. Liga pra mãe dela. É, a mãe dela. Aquela que colocou ela pra fora.Que atirou a filha de dezessete anos na rua. Ciúmes do marido, que olhava sempre para as coxas da enteada. A mulher fala que não sabe, não quer saber. Que mande providenciar um carro pra buscar as coisas da filha que ela alega não ter mais. Ele gasta dinheiro demais em um táxi, lota o carro com roupas, computador, skate, ursos de pelúcia, televisão, cd's e livros. Passa a tarde de sábado arrumando as coisas dela, misturando às coisas dele. Decide não se preocupar, espera ela voltar. Deita. Dorme no sofá. A porta abre, ela entra. Ele acorda. Ela fala que foi arrumar um emprego. Vai trabalhar de segunda à sexta em uma loja de instrumentos musicais. Começa dali a dois dias, na segunda. Trouxe McDonald's pra ele, sacou da poupança um dinheiro. Na mesa, observa ele comer. Pergunta se pode ficar ali, diz que vai pagar tudo, trabalhar de dia, estudar à noite. Que nem ele. Ele hesita ao responder. Diz que ela não merece a casa pequena, que fica abafada no verão. Ela fala pra ele calar a boca. Dedos se entrelaçam, mãos se tocam, se unem. Os lábios se beijam. Braços envolvem corpos, pernas caminham até a cama. Podia ser um final feliz, mas não é. Não é final ainda. A luta só começou.

Ao som de Queen Of Sorrow, do Black Label Society. E de Loverman, tocada por Metallica.

Parte I Amores


Faz frio. Ela anda nas ruas, trôpega. Para em frente à casa dele. Senta na calçada. A visão embaçada mostra algo vermelho em seu joelho. Ela escuta a porta abrir. Escuta ele chamar. Tenta correr, sente os braços dele ao redor dela, puxando-a para dentro de casa. E ela, com seu corpo mirrado e o álcool impedindo-a de controlá-lo, se deixa levar. Ele a deita no sofá. Uma ruga de preocupação se forma na testa dele, enquanto olha pra ela. Revoltada, sob o efeito da vodka - bebida a qual ela nunca provara até hoje - despeja sobre ele milhões de palavras cruéis. Ele balança a cabeça, penalizado. Como se não sentisse a acidez das palavras dela cortando-lhe o fígado. Ela vomita no chão. Não é um cena bonita. A garota não sabia beber. Ele a olha, esforçando-se para o asco do cheiro não o induzir a vomitar também. Vê o joelho que sangra, os braços arranhados. Vê a mochila esfarrapada que ela trouxera, vê a palidez em seu rosto. E ele a abraça. Ela grita de pura dor, não física, mas emocional. Até que adormece. Ele a leva pra cama, e ela, se enrosca nele. E ele fica ali, depois de limpar a sujeira do chão e os ferimentos do corpo dela. Questionando-se o que iria fazer pela manhã.

sábado, 18 de junho de 2011

Conto I


Cheguei com o coração na boca ao local marcado, minhas mãos suavam frio e tudo bem que isso é uma coisa de menina, mas eu sentia borboletas no estômago. Não me assustei por A. ainda não ter chegado, eu sabia que eu estava muitos minutos adiantado, então apenas sentei e esperei que ela chegasse. Eu mal podia esperar para vê-la, queria recuperar todo o tempo perdido, queria lhe dizer tudo o que escondi por tanto tempo dela.
Mas os minutos foram passando rapidamente e começou a escurecer, eu estava feito um louco, olhava de um lado para o outro a todo instante. Ela não viria. O que antes era uma dúvida, era agora uma certeza. Foi quando uma criança se aproximou de mim e me entregou um papel, delicadamente dobrado.
             " Querido T. a partir de agora lhe dou razão para me chamar de medrosa, pois não tive coragem de comparecer e lhe dizer tudo isso pessoalmente. Por favor, não me culpe. Tenho razões e vou me explicar. Sei que é estranho, que agora que você esteja disposto a recomeçar eu esteja tão fria com você. Mas acontece que estou cansada e não sei se ainda tenho pique para tentar mais uma vez. Estou cansada de tanto chorar e estou cansada de mentiras, de fofocas e de indiretas. É como se todas as minhas forças estivessem se esgotado.
Você não sabe como doeu tomar a decisão de não ir te encontrar, mas acontece que, pela primeira vez na vida eu estou fazendo o que é melhor para mim, o que é certo para meu coração. E sim, o melhor agora é que eu me afaste de você. Você bem sabe que somos dois orgulhosos, briguentos e mimados. E que por mais que tentemos as desavenças serão inevitáveis, isso não seria problema, se um não fosse mais orgulhoso que o outro. Você também fez reclamações em relação ao meu jeito de demonstrar amor e afeto, pois bem, é o meu jeito e não pretendo mudar, pois não sei se valeria a pena por você. Por último, nós temos a questão da confiança. Não sei se depois de todas as mentiras terei sangue de barata para não desconfiar de você. E confiança uma vez quebrada, nunca mais recuperada.
Eu sinto muito, mas não tenho culpa se você só se deu conta de todos os seus erros depois de tanto tempo. Eu estou me acostumando a viver sem você, aos poucos. Eu vivia bem antes e posso continuar vivendo. Não vou dizer que quero ser sua amiga ou algo assim. Seria exigir demais de mim e de você. Eu não quero viver de recaídas e capítulos soltos. Quem sabe, um dia a gente se encontre e dê risada disso tudo. Eu não sei. Só sei que quero que você seja feliz, espero que deseje o mesmo para mim.
 Você será sempre o primeiro namorado. Beijos, A."
Com lágrimas nos olhos amassei a carta. Senti raiva, não dela. Mas de mim mesmo. Por ter feito tanto mal a ela, só agora eu me dava conta de todo o mal que eu havia lhe causado, de como ela era especial e de como eu a queria para mim, mas como ela mesmo disse: era tarde demais. Eu havia perdido minha garota.

Deus,


Deus,

        Cuide bem dele. Certifique-se de que os seus anjinhos não deixem o lado dele nem por um segundo. Faça com que ele perdoe todas as pessoas que o fizeram mal. Que ele encante várias outras meninas,que se encante pela melhor delas e que esta seja para sempre.  Encha a vida dele com pessoas que a iluminem e ajude a luz dele a se propagar pela vida de várias pessoas. Escolha bem alguém digno de receber seus carinhos e que ele a receba de braços abertos e com um sorriso no rosto. Cuide bem dele.

domingo, 29 de maio de 2011

"O amor é um casal de velhinhos surdos. Pode brigar, mas não vai embora. Fica perto"


"É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.
Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência. O rebolado.
Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja.
Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta, para caminhar humanamente ao seu encontro.
Difícil é amar quem não está se amando.
Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores, por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado à vontade, e, especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem não desiste da gente."

Ana Jácomo

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Sobre nos

Ele diz que já não pode mais viver sem meu amor por perto e eu idem. Ele é romântico, inteligente, carinhoso, bom homem nos momentos certos e sabe fazer e dizer tudo o que eu preciso ouvir. Eu talvez não seja a Julieta que ele esperava e acho que às vezes, em silêncio, o desaponto. Nosso amor é uma flor muito delicada e formosa que eu rego todas manhãs antes de sair de casa para afastar qualquer mal e nunca deixá-la morrer.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Me resumo feliz !

É como se eu estivesse, pela milésima vez, me sentindo culpada por estar sendo, pela primeira vez, realmente feliz com os altos e baixos da minha vida. Estranho, porque sempre que estive lá em baixo ninguém deixou de sorrir por mim.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Obrigada pelo carinho de sempre

Obrigada pelos cuidados, pelo carinho e pelo cobertor. Principalmente pelo cobertor. Estava fazendo muito frio no meu coração e, como sempre, consegui me sentir querida perto de ti. Obrigada pela atenção dedicada e pela paciência interminável. Voltei com um riso gostoso no rosto e uma sensação de leveza tão boa que quase creio poder voar.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Vontade de chorar um pranto silencioso e demorado...

"Caso tudo isso seja um trabalho inconsciente para me perder, parabéns, você está conseguindo. Mas se ainda existir dentro de você alguma esperança, eu preciso demais que você me abrace e me faça sentir aquilo novamente. É fácil, basta você querer, eu ainda quero tanto."
Tati Bernardi

terça-feira, 5 de abril de 2011

Algumas verdades, outras não

Sabe, ultimamente eu não tenho mais tido olhos pra ver as coisas bonitas da vida, parece que estou numa fase onde tudo está ficando cinza. É assim na minha vida, tudo são fases, sei que daqui a pouco o vermelho vai voltar com brilho e força, mas agora... agora tá ficando difícil.
Não tenho mais vontade nem de sair pra caminhar, encontrar velhos conhecidos e os finais de semana se tornaram intermináveis presa aqui dentro. Os dias de chuva são os piores, parece que com o vidro embaçado fica tudo mais escuro lá fora. Ás vezes tenho vontade de brigar com ele... Ele, que tanto amor me deu, que tanta atenção e carinho me concede. Não sei o que tá acontecendo, talvez seja só a falta de paciência, em alguns instantes as pessoas me irritam.
Comecei a acordar mais cedo, isso é uma coisa boa, mas parece que ainda estou perdendo muito de tudo lá fora e o tempo perdido já não volta atrás, ainda não inventaram esse milagre. Sinto um medo horrível de algumas coisas, possuo muitos monstros dentro de mim, se visses o quanto eles têm me perturbado sentirias pena de mim. É uma falta de ânimo, esperança, coragem... e excesso de medo, tudo ao mesmo tempo. Mas de hoje isso não passa e seja o que o Cara lá cima quiser.

sábado, 2 de abril de 2011

Para alguem muito importante ...

Hoje me deu saudade, enorme, gigante, a ponto de algumas lágrimas fugirem de meus olhos. Tive vontade de te ligar só para dar parabéns e perguntar como tá a vida. Mas não pude, não fiz, não consegui. Desculpe, desculpe a minha ausência e falta de palavras. Sei que deves estar me compreendendo mesmo sem me ler, afinal, o sangue que corre aqui, também corre aí. Te amo!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Pai, ela cresceu ,,,


E agora vem dizer, morena,
Que você não quer ser mais a minha pequena,
E que prefere dormir e acordar,
Nos braços de um outro alguém.
(Scracho – Morena)

É pai, você sabe que a sua filha cresceu. A garotinha sentada no quintal ouvindo música e perdida nas estrelas, você sabe que ela não está pensando mesmo nas estrelas ou tentando encontrar o cruzeiro do sul no céu, ela está pensando em alguém que você não conhece e que ela morre de medo que você descubra. Se talvez você não tivesse dito a ela desde criança que não ela não podia trazer garotos pra casa e que nenhum deles prestavam, você poderia conhecê-lo.
É pai, você sempre soube que um dia isso iria acontecer, e aposto que morre de medo de ver sua pequena nos braços de qualquer um. Mas ela tem juízo e não sai por aí ficando com vários garotos que ela nem sabe o nome, ou dançando funk e se esfregando em todos da festa. Ela tem muita consciência e, se eu fosse você, não me preocuparia.
É pai, você percebeu que ela está diferente, calada, chata e com um estranho brilho nos olhos. Você acha que devem ser os sintomas da TPM ou então que é só uma fase que logo passa. Mas você não sabe que ela está apaixonada, e que isso pode deixá-la mais inconstante do que nunca.
É pai, sua filhinha frágil cresceu. Embora ela ainda seja frágil, não é o seu abraço que irá confortá-la. A menos que o garoto em quem ela pensa enquanto olha as estrelas quebre seu coração, e tudo o que ela ouviu você dizer sobre os garotos não serem bons, se confirmará.

domingo, 6 de março de 2011

Sobre mim, sobre nós.

Recebi este desafio do Willian Wenzel, em cujos textos encontro sempre talento e sensibilidade. Preciso agradecê-lo por ter feito com que eu procurasse respostas boas de serem encontradas.


Descrição Nome: Isadora Ribeiro dos Santos Gomes
Idade: 20 anos
Aniversário: 7 de Dezembro
Emprego: Nenhum (Cursando Química)
Estado Civil: solteira a 2 anos
Onde vive (casa ou apartamento): Casa  
Irmãos: 2 irmãs e 2 irmãos 
Animais: 2 tartarugas
Fuma: Não. 
Bebe: Pouco.
 
Aparência
Piercings: Não
Tatuagens: Não
Aparelho nos dentes: Não 
Roupas: Jeans, shorts, blusas, vestidos, All Star, rasteirinhas, saltos... rs.
Cor dos olhos: Verdes
Cor do Cabelo: Castanho escuro

Favoritos
Cor: Vermelho bordô, aquele quase vinho.
Número: 5 ou 7
Animal: Cachorro
Flor: Tenho afeto com rosas.
Comida: Massa
Sabor de Sorvete: A placa de opções da sorveteria é sempre um desafio.
Doce: Brigadeiro de panela, com meu amor ao lado.
Bebida Alcoólica: -
Tipo de música: MPB, Romantica, Internacionais, alguns pop rocks...
Banda/artista: Aviões do Forro, e Claudia Leite.
Música: sozinho, Caetano Veloso
Livro: senhora- Jose de Alencar
Filme: (Difícil escolher, mas...) amor alem da vida
Programa de TV: (?)
Melhor amigo: “You’re a part time lover and a full time friend
Dia da Semana: Sábado, eu acho.
Esporte: Sedentaria rs

Vida Amorosa
Nome da Pessoa Amada: -

Estão juntos há quanto tempo: -
E de casados, há quanto tempo: -
Local em que se conheceram: -
Foi amor à primeira vista? -
Quem deu o primeiro passo?-
Já te deu flores? -
A coisa mais doce que ele te deu?-
Um sonho de vocês dois? -
Uma curiosidade do casal? -
Quem tem mais ciúme? -
Ele se dá bem com a sua família? -
E você com a dele?-




Outros
Sabe dirigir? Não
Tem carro/ moto? Não
Fala outra língua?não
Coleciona algo? Não
Fala sozinha? Em voz alta, raramente.
Se arrepende de alguma coisa? Sinceramente, sim. Não sou mais tão criança para dizer que não.
Religião: Catolica
Confia nas pessoas facilmente? É de minha natureza dizer que sim. Mas o tempo vai diminuindo a credulidade.
Perdoa facilmente: Creio que sim. Meus rancores se escondem de mim mesma, embora existam.
Se dá bem com os teus pais? Sim
Desejo antes de morrer: varias coisas ...
Maior medo: A perda de pessoas, de diferentes modos.
Maior fraqueza: Me doer demais com coisas que, comumente, não doem.
Toca algum instrumento? (Ainda) não.

Alguma vez...
Escreveu alguma poesia?sim
Cantou em público? Não, ainda bem.
Fez alguma performance em palco? Sim,  teatro de colégio.
Andou de Patins? Desastrosamente.
Teve alguma experiência que quase morreu? sim
Sorriu sem razão? Sem razão aparente, suponho. Razão sempre há. Mas sim, sou sortuda porque todos os dias isso acontece.
Riu tanto que chorou? Sim
Como você está se sentindo hoje? Tranquila
O que te faz feliz? Paz.
Com que roupa está agora? Short e camiseta.
Cabelo? Castanho escuro, na altura dos ombros, normal. Nesse momento preso.
Brincos? 1 em cada orelhas, sempre quis 3 rsrs
Algo que você faça muito? Planejar, supor, imaginar, detalhar.
Conhece alguém que faça aniversário no mesmo dia que você? sim, tem um menino no meu orkut que fazer niver no mesmo dia
Está confortável com o teu peso? Sem grandes queixas. 



Acabe a frase
Gostaria de ser... feliz sempre...
Eu desejo... “How I wish, how I wish you were here (...)”
Muitas pessoas não sabem... se colocar no lugar das outras.
Eu sou... do signo de sagitario agora, se as alterações astrológicas forem válidas.
O meu coração é... dele, enfim.

Repassar para cinco bloggeiros:
Luiza, Fernanda, Fernando, Vicky e Tânia.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Mulher é foda ,,,


MULHER É FODA

Mas leiam uma típica conversa entre uma mulher e um homen:
M – Aonde você vai?H – Vou sair um pouco.M – Vai de carro?H – Sim.M – Tem gasolina?H – Sim… coloquei.M – Vai demorar?H – Não… coisa de uma hora.M – Vai a algum lugar específico?H – Não… Só rodar por aí.M- Não prefere ir a pé?H – Não… vou de carro.M – Traz um sorvete pra mim!H – Trago… Que sabor?M – Manga.H – Ok… Na volta eu passo e compro.M – Na volta?H – Sim… senão derrete.M – Passa lá, compra e deixa aqui.H – Não… Melhor não! Na volta.. é rápido!M – Ahhhhh!H – Quando eu voltar eu tomo com você!M – Mas você não gosta de manga!H – Eu compro outro… de outro sabor.M – Aí fica caro…. Traz de cupuaçu!H – Eu não gosto também.M – Traz de chocolate… Nós dois gostamos.H – Ok! Beijo… volto logo…M – Ei!H – O que?M – Chocolate não… Flocos…H – Não gosto de flocos!M – Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você.H – Foi o que sugeri desde o começo!M – Você está sendo irônico?H – Não… tô não! Vou indo.M – Vem aqui me dar um beijo de despedida!H – Querida! Eu volto logo…. depois.M – Depois não…. quero agora!H – Ta bom! (Beijo)M – Vai com o seu ou com o meu carro?H – Com o meu.M – Vai com o meu… Tem CD player… O seu não!H – Não vou ouvir música… Vou espairecer.. .M – Tá precisando?H – Não sei… Vou ver quando sair!M – Demora não!H – É rápido… (Abre a porta de casa.)M – Ei!H – Que foi agora?M – Nossa! Que grosso! Vai embora!H – Calma… Estou tentando sair e não consigo!M – Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?H – O que quer dizer?M – Nada… Nada não!H – Vem cá… Acha que estou te traindo?M – Não… Claro que não… Mas sabe como é?H – Como é o quê?M – Homens!H – Generalizando ou falando de mim?M – Generalizando.H – Então não é meu caso… Sabe que eu não faria isso! M – Ta bom… Então vai.H – Vou.M – Ei!H – Que foi cacete?M – Leva o celular, estúpido!H – Prá quê? Prá você ficar me ligando?M – Não… Caso aconteça algo, estará com celular.H – Não… Pode deixar…M – Olha… Desculpa pela desconfiança. .. Estou com saudade… só isso!H – Ok meu amor… Desculpe-me se fui grosso. Ta. Eu te amo!M – Eu também!M – Posso futricar no seu celular?H – Prá quê?M – Sei lá! Joguinho!H – Você quer meu celular prá jogar?M – É.H – Tem certeza?M – Sim.H – Liga o computador.. . Lá tem um monte de joguinhos!M – Não sei mexer naquela lata velha!H – Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!M – Ta. Ok… Então leva o celular senão eu vou futricar…H – Pode mexer então… Não tem nada lá mesmo…M – É?H – É.M – Então onde está?H – O quê?M – O que deveria estar no celular mas não está…H – Como!?M – Nada! Esquece!H – Ta nervosa?M – Não… Tô não…H – Então vou!M – Ei!H – Que ééééééé?M – Não quero mais sorvete não!H – Ah é?M – É!H – Então eu também não vou sair mais não!M – Ah é?H – É.M – Oba! Vai ficar comigo?H – Não vou não… Cansei… Vou dormir!M – Prefere dormir do que ficar comigo?H – Não…. vou dormir, só isso!M – Está nervoso?H – Claro porra!!!M – Por que você não vai dar uma volta para espairecer?
Luis Fernando Veríssimo


Mas leiam uma típica conversa entre uma mulher e um homen:

M – Aonde você vai?
H – Vou sair um pouco.
M – Vai de carro?
H – Sim.
M – Tem gasolina?
H – Sim… coloquei.
M – Vai demorar?
H – Não… coisa de uma hora.
M – Vai a algum lugar específico?
H – Não… Só rodar por aí.
M- Não prefere ir a pé?
H – Não… vou de carro.
M – Traz um sorvete pra mim!
H – Trago… Que sabor?
M – Manga.
H – Ok… Na volta eu passo e compro.
M – Na volta?
H – Sim… senão derrete.
M – Passa lá, compra e deixa aqui.
H – Não… Melhor não! Na volta.. é rápido!
M – Ahhhhh!
H – Quando eu voltar eu tomo com você!
M – Mas você não gosta de manga!
H – Eu compro outro… de outro sabor.
M – Aí fica caro…. Traz de cupuaçu!
H – Eu não gosto também.
M – Traz de chocolate… Nós dois gostamos.
H – Ok! Beijo… volto logo…
M – Ei!
H – O que?
M – Chocolate não… Flocos…
H – Não gosto de flocos!
M – Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você.
H – Foi o que sugeri desde o começo!
M – Você está sendo irônico?
H – Não… tô não! Vou indo.
M – Vem aqui me dar um beijo de despedida!
H – Querida! Eu volto logo…. depois.
M – Depois não…. quero agora!
H – Ta bom! (Beijo)
M – Vai com o seu ou com o meu carro?
H – Com o meu.
M – Vai com o meu… Tem CD player… O seu não!
H – Não vou ouvir música… Vou espairecer.. .
M – Tá precisando?
H – Não sei… Vou ver quando sair!
M – Demora não!
H – É rápido… (Abre a porta de casa.)
M– Ei!
H – Que foi agora?
M – Nossa! Que grosso! Vai embora!
H – Calma… Estou tentando sair e não consigo!
M – Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?
H – O que quer dizer?
M – Nada… Nada não!
H – Vem cá… Acha que estou te traindo?
M – Não… Claro que não… Mas sabe como é?
H – Como é o quê?
M – Homens!

H – Generalizando ou falando de mim?
M – Generalizando.
H – Então não é meu caso… Sabe que eu não faria isso!
M – Ta bom… Então vai.
H – Vou.
M – Ei!
H – Que foi cacete?
M – Leva o celular, estúpido!
H – Prá quê? Prá você ficar me ligando?
M – Não… Caso aconteça algo, estará com celular.
H – Não… Pode deixar…
M – Olha… Desculpa pela desconfiança. .. Estou com saudade… só isso!
H – Ok meu amor… Desculpe-me se fui grosso. Ta. Eu te amo!
M – Eu também!
M – Posso futricar no seu celular?
H – Prá quê?
M – Sei lá! Joguinho!
H – Você quer meu celular prá jogar?
M – É.
H – Tem certeza?
M – Sim.
H – Liga o computador.. . Lá tem um monte de joguinhos!
M – Não sei mexer naquela lata velha!
H – Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!
M – Ta. Ok… Então leva o celular senão eu vou futricar…
H – Pode mexer então… Não tem nada lá mesmo…
M – É?
H – É.
M – Então onde está?
H – O quê?

M – O que deveria estar no celular mas não está…
H – Como!?
M – Nada! Esquece!
H – Ta nervosa?
M – Não… Tô não…
H – Então vou!
M – Ei!
H – Que ééééééé?
M – Não quero mais sorvete não!
H – Ah é?
M – É!
H – Então eu também não vou sair mais não!
M – Ah é?
H – É.
M – Oba! Vai ficar comigo?
H – Não vou não… Cansei… Vou dormir!
M – Prefere dormir do que ficar comigo?
H – Não…. vou dormir, só isso!
M – Está nervoso?
H – Claro porra!!!
M – Por que você não vai dar uma volta para espairecer?

Luis Fernando Veríssimo
 
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