domingo, 29 de maio de 2011

"O amor é um casal de velhinhos surdos. Pode brigar, mas não vai embora. Fica perto"


"É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.
Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência. O rebolado.
Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja.
Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta, para caminhar humanamente ao seu encontro.
Difícil é amar quem não está se amando.
Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores, por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado à vontade, e, especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem não desiste da gente."

Ana Jácomo

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Sobre nos

Ele diz que já não pode mais viver sem meu amor por perto e eu idem. Ele é romântico, inteligente, carinhoso, bom homem nos momentos certos e sabe fazer e dizer tudo o que eu preciso ouvir. Eu talvez não seja a Julieta que ele esperava e acho que às vezes, em silêncio, o desaponto. Nosso amor é uma flor muito delicada e formosa que eu rego todas manhãs antes de sair de casa para afastar qualquer mal e nunca deixá-la morrer.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Me resumo feliz !

É como se eu estivesse, pela milésima vez, me sentindo culpada por estar sendo, pela primeira vez, realmente feliz com os altos e baixos da minha vida. Estranho, porque sempre que estive lá em baixo ninguém deixou de sorrir por mim.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Obrigada pelo carinho de sempre

Obrigada pelos cuidados, pelo carinho e pelo cobertor. Principalmente pelo cobertor. Estava fazendo muito frio no meu coração e, como sempre, consegui me sentir querida perto de ti. Obrigada pela atenção dedicada e pela paciência interminável. Voltei com um riso gostoso no rosto e uma sensação de leveza tão boa que quase creio poder voar.
 
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